IMPERIO · tecnologia em inteligência fiscal e financeira

Toda decisão que envolve dinheiro precisa se defender depois.

A IMPERIO é um conjunto de ferramentas de inteligência fiscal e financeira — regime tributário, passivos e parcelamentos, transação tributária, crédito da Reforma e disputa de contratos públicos. Cada resultado carrega a regra que valia na data, o fundamento legal dela e o caminho inteiro até o número.

Auditar → Homologar → Calcular → Explicar. Nunca apenas calcular.

Para quem

Três operações diferentes, a mesma exigência de prova.

A IMPERIO não é software de escritório contábil com um módulo pendurado. Cada frente abaixo é atendida por módulo que já existe, e nenhuma delas depende das outras.

  • Escritórios de contabilidade

    A carteira inteira em uma plataforma: comparar regimes, controlar parcelamentos de todas as empresas, classificar crédito nota a nota e montar transação com fundamento.

    Fiscal · Passivos · Créditos · Transação

  • Empresas com passivo tributário

    Quem tem dívida ativa, parcelamento em curso ou uma proposta de transação na mesa — e precisa saber se o acordo cabe no caixa antes de assinar.

    Transação · Passivos

  • Empresas que disputam contrato público

    Quem vive de licitação e não pode perder edital bom, entrar em edital ruim sem saber, nem perder prazo de impugnação ou documento de habilitação.

    Licitações

O que a IMPERIO não é: sistema de gestão financeira. Não há fluxo de caixa, conciliação bancária nem contas a pagar. O “financeiro” aqui é o dinheiro que passa por decisão tributária e por contrato — dívida, crédito, capacidade de pagamento e valor de edital.

O que está em jogo

Ninguém quer promessa. Quer não errar.

Contador, diretor financeiro ou sócio de empresa que licita: quem compra esse tipo de ferramenta está resolvendo três problemas ao mesmo tempo, e nenhum deles é o cálculo em si — planilha calcula.

  • Não errar

    A regra muda por lei, por competência e por município. Errar a vigência é errar o número, e o erro só aparece na autuação — anos depois, quando já virou passivo.

  • Justificar a recomendação

    Trocar o regime de um cliente, aderir a uma transação ou entrar num edital são decisões que alguém assina. Sem a memória do que sustentou a escolha, a recomendação é opinião.

  • Encontrar dinheiro com lastro

    Crédito não aproveitado, parcelamento prestes a rescindir, transação viável, edital que cabe no perfil. O valor está lá — falta a leitura sistemática.

O que nos diferencia

Regra tributária aqui é dado com vigência, não constante no código.

Qualquer sistema compara Simples, Presumido e Real. O que quase nenhum faz é conseguir refazer, hoje, a conta de uma competência antiga com a alíquota que valia naquela época — e provar de onde ela veio.

É uma funcionalidade sem glamour, e é o produto. Todo o resto é commodity.

  • Vigência é obrigatória

    Uma regra não existe sem período de validade, fundamento legal e homologação declarada. Perguntar “qual a alíquota do ICMS?” sem dizer quando é pergunta mal formada, e a base recusa pergunta mal formada.

  • Publicar a v2 não apaga a v1

    Fecha a vigência dela no mês anterior. Um parecer emitido em março continua explicável em dezembro pela regra que valia em março.

  • A resposta carrega o carimbo

    Cada resultado guarda a versão exata das regras que o produziram. Refazer a conta anos depois busca aquelas versões, mesmo que outras tenham sido publicadas desde então.

  • Confiança é declarada

    Homologada, com ressalva ou em revisão. O mundo real tem regra de que se tem certeza e regra que se usa por falta de coisa melhor. Fingir que são iguais é o que produz número indefensável.

Um exemplo concreto

R$ 260 mil de diferença em uma linha de cálculo.

Na transação tributária, o desconto do edital nunca alcança o principal — incide só sobre multa, juros e encargos. É a Lei 13.988/2020, art. 11, §2º, I. Quem aplica o percentual sobre o valor consolidado promete ao cliente um número que o órgão não aceita.

Ver o módulo de Transação

CálculoDescontoValor a pagar
Errado — 65% sobre o consolidadoR$ 650.000R$ 350.000
Certo — 65% sobre os R$ 600.000 redutíveisR$ 390.000R$ 610.000
Inscrição de R$ 1.000.000: R$ 400.000 de principal e R$ 600.000 entre multa, juros e encargos. Edital com teto de 65%, contribuinte nota D.

A diferença aparece no momento da adesão — depois que a decisão já foi tomada com base no número errado. Um teste automatizado trava esse cálculo para que ele não possa ser cometido.

Catálogo

Uma plataforma. Módulos que se assinam separados.

Cada cliente contrata o que usa. Identidade, cadastro, cobrança e auditoria são os mesmos para todos os módulos — quem assina o segundo não recomeça nada.

  • Fiscal

    Em desenvolvimento

    Simulação de regime tributário e emissão de NFS-e, no mesmo módulo.

  • A carteira inteira de parcelamentos em uma tela, em vez de um portal por vez.

  • Transação tributária

    Em operação

    Elegibilidade, capacidade de pagamento e comparação das modalidades da PGFN.

  • Créditos de IBS e CBS

    Em operação

    Classificação do direito a crédito nota a nota, com fundamento em cada decisão.

  • Licitações

    Em desenvolvimento

    Descoberta, triagem e acompanhamento de editais públicos de tecnologia.

  • Auditoria item a item dos documentos fiscais contra a base de regras.

Ver o catálogo completo

Por baixo

Cada cliente tem o próprio banco de dados.

Isolamento não é configuração: é a forma da arquitetura. O cliente é resolvido pelo subdomínio e pelo token da sessão — nunca por um campo que o navegador possa enviar.

  • Um banco PostgreSQL por cliente

    Documento fiscal, certificado digital, dado contábil e documento de habilitação não dividem tabela com os de outro cliente.

  • Quando host e token divergem, ninguém ganha

    O subdomínio diz de qual cliente a requisição parece ser; o token diz de qual cliente o usuário é. Se as respostas não batem, a requisição é recusada e vira incidente.

  • Acesso é consequência do plano

    Permissão responde se aquela pessoa pode. O módulo responde se aquele cliente contratou. As duas perguntas são feitas, sempre.

  • Custo é requisito, não faxina posterior

    Sem instância parada esperando requisição, e o banco desliga fora do horário de trabalho. Assinatura previsível é consequência disso.

Como a plataforma é feita

Quem está por trás

Os sócios são do ofício.

Não somos uma software house adivinhando a dor de quem paga imposto. Entre os sócios há contador com especialização e advogado — e a empresa que disputa licitação, que testa o módulo de Licitações, é do próprio grupo.

  • Não precisamos supor a rotina: boa parte deste catálogo nasceu de alguém descrevendo o que faz à mão todo dia primeiro.
  • Num produto que mexe com tributo, assinatura profissional é o que separa uma ferramenta de um risco.
  • Nenhum concorrente puramente de software tem isso. Nenhuma consultoria puramente de serviço tem o motor.

Em que pé o produto está

A IMPERIO está em desenvolvimento e esta página não finge o contrário. A plataforma está no ar, com o primeiro escritório cliente, e três módulos já calculam sobre dados reais. O restante do catálogo está em construção ou em especificação, e cada módulo diz em que estado se encontra.

Ver o estado módulo a módulo →

Quer ver a plataforma sobre a sua carteira?

A conversa útil começa pelo seu caso: se é carteira de escritório, passivo de uma empresa só, ou edital que você quer parar de perder. Respondemos com uma avaliação objetiva do que a IMPERIO resolve agora e do que ainda não resolve.

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